2017/08/25

Portugal e países de língua portuguesa em África, inovação 2020 2030 2050 (Lusofonia 2/2)



Objetivos 2020 2030 2050


Pessoas

Acelerar a igualdade de género e o Empoderamento das Mulheres em África. Relatório Africano de Desenvolvimento Humano 2016 | United Nations Development Programme (UNDP) (@UNDP) Angola [link]

Um futuro para a saúde - todos temos um papel a desempenhar | Fundação Calouste Gulbenkian (@FCGulbenkian) [link]

O Programa Africano de Transformação da Saúde para 2015–2020. Uma Visão para a Cobertura Universal de Saúde | Organização Mundial da Saúde. Escritório Regional para a África (OMS / WHO) [link]

Estratégia Nacional para o Envelhecimento Activo e Saudável 2017. Proposta do Grupo de Trabalho Interministerial | Serviço Nacional de Saúde (SNS) [link]


Meio ambiente

Programa Nacional para as Alterações Climáticas (PNAC) 2020/2030 | Agência Portuguesa do Ambiente (APA) (@apambiente) [link]

Estratégia Nacional para a Conservação da Natureza e Biodiversidade 2025 | Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) [link]


Energia

Angola Energia 2025. Visão de longo prazo para o sector eléctrico | Angola Energia 2025. Ministério da Energia e Águas. República de Angola [link]


Desenvolvimento local e nacional

Timor-Leste. Plano Estratégico de Desenvolvimento 2011-2030 | Governo de Timor-Leste [link]

Programa de Desenvolvimento Rural de Portugal - Continente: PDR 2020 (#pdr2020) [link]

Inovação Territorial - Portugal 2020 | República Portuguesa (@govpt) [link]

Agenda 2063. A África que Queremos. Plano de implementação para a primeira década, 2014-2023 | African Union (@_AfricanUnion) [link]

O que é o Portugal 2020 | República Portuguesa (@govpt) [link]

Estratégias de inovação RIS3: Políticas de coesão 2014-2020 [link]


Investigação e inovação

E2I Estratégia de Investigação e Inovação 2013-2020 | Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) (@LNEC_PT) [link]



Hoje, nosso bagagem pelo futuro


Cidades

As dez maiores Inovações Urbanas | Fórum Econômico Mundial (WEF) (@wef): Conselho de Agenda Global sobre o Futuro das Cidades [link]


Tecnologia

Tendências de negócio e o papel das Tecnologias da Informação e da Comunicação | Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações (APDC) (@APDC) [link]


Alimentos

Simpósios ANIPLA 2017 Inovação e Tecnologia na Produção de Alimentos [link]


Economia social

Capacitação para o Investimento Social | Portugal Inovação Social - Laboratório de Investimento Social (@invest_socialPT) [link]



Rumos do futuro


Pessoas

As nossas crianças em 2025. Opinião de líderes proeminentes sobre o futuro das crianças em Moçambique | UNICEF Moçambique (@UNICEF_Moz) #SitanMoz [link]

Era do Potencial Humano 2.0 - Forças Futuras no Mundo do Trabalho | Manpower Group (@ManpowerGroup‏) [link]


Meio ambiente

@PlasticChange: Até 2050 existirá mais plástico do que peixe no mar | @euronewspt [link]

Alterações climáticas e desenvolvimento urbano | Direção-Geral do Território [link]

Apoiar a Transição para uma Economia Circular: Fase I | Fundo Ambiental (#FundoAmbiental) do Ministério do Ambiente (@ambiente_pt) [link]

Eco-inovação e a Competitividade Empresarial. Projeto ECOPRODUTIN | AEP – Associação Empresarial de Portugal [link]

Desafios do Mar 2020. Estratégias de Eficiência Coletiva (EEC) | Fórum Oceano – Associação da Economia do Mar [link]


Globalização

Controlar a globalização. Documento de reflexão | Comissão Europeia (@EU_Commission) [link]

Portugal Espaço 2030. Uma estratégia de investigação, inovação e crescimento para Portugal | Programa Espaço da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT). Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (@ciencia_pt) [link]


Tecnologia e inovação

Portugal INCoDe.2030. Iniciativa Nacional Competências Digitais e.2030 | INCoDe.2030 (@incode2030). Governo de Portugal (@govpt). Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (@ciencia_pt) [link]

Destino: Crescimento e inovação. O impacto da inovação na performance económico-financeira das PME e no seu crescimento | COTEC Portugal (@COTEC_Portugal) e Deloitte Portugal (@DeloittePT) [link]






2017/08/24

With innovation, 2020 2030 2050



Cities

The Future of London. 2050 | Published by Bright Blue (@WeAreBrightBlue) and Localis (@Localis) [link]

Seattle 2035. Comprehensive Plan. Managing Growth to Become an Equitable and Sustainable City 2015-2035 | City of Seattle (@CityofSeattle). Office of Planning & Community Development. Seattle 2035 (@Seattle2035) [link]



Countries and territories

Vietnam 2035. Toward Prosperity, Creativity, Equity, and Democracy | World Bank (@WorldBank) and Ministry of Planning and Investment of Vietnam (#mpi.gov.vn) [link]

Saudi Vision 2030 | Vision 2030 Kingdom of Saudi Arabia (@SaudiVision2030) [link]

UAE (United Arab Emirates) Future Strategy [link]

Regional Development Strategy (RDS) 2035 | Department for Infrastructure (@deptinfra), Strategic Planning and Coordination Division [link]

Mombasa Vision 2035 Master Plan. Integrated Strategic Urban Development Plan (ISUDP) | Mombasa County Government [link]



People

Direct-to-Patient Remote Research | eClinicalHealth - CLINPAL (TM) (@eClinicalHealth) [link]

The World in 2050: How will the global economic order change? | PwC (@PwC‏) [link]



Finances and financial organizations

Realizing the Potential of Blockchain. A Multistakeholder Approach to the Stewardship of Blockchain and Cryptocurrencies | Don Tapscott (@dtapscott) and Alex Tapscott (@alextapscott), World Economic Forum (WEF) (@wef) [link]

Strategy 2020. The Long-Term Strategic Framework of the Asian Development Bank (ADB) (@ADB_HQ) [link]



Transport and communications

Flightpath 2050 Europe’s Vision for Aviation | European Commission. Directorate-General for Research and Innovation. High Level Group (HLG) on Aviation and Aeronautics Research [link]

YARA and KONGSBERG enter into partnership to build world's first autonomous and zero emissions ship | Kongsberg Maritime (@KOGMaritime) [link]

Current market outlook (2016-2035) | The Boeing Company (@Boeing) [link]

The Airport of the future. Dubai Airports (@DubaiAirports) 2050 [link]



Internet

The Future of Internet Infrastructure | The Daily Conversation (@TheDailyConvo) [link]



Industry and enterprise

The future of manufacturing: A new era of opportunity and challenge for the UK. Project Report | GOV.UK. Department for Business Innovation & Skills Government. Office for Science (@GOVUK) [link]

African Economic Outlook (AEO) 2017. Entrepreneurship and Industrialization | African Development Bank (@AfDB_Group), OECD Development Centre (@OECD_Centre) and United Nations Development Programme (@pnudfr) [link]

Development of State of the Art-Techniques in Cement Manufacturing: Trying to Look Ahead. CSI/ECRA Technology Papers 2017 | Cement Sustainability Initiative (CSI) (‎@CementCSI): European Cement Research Academy (ECRA). World Business Council for Sustainable Developement (WBCSD) (@wbcsd) [link]

A vision for non-ferrous metals industry in 2050 | EU Science Hub - Joint Research Centre (@EU_ScienceHub) [link]



Future paths

The Knowledge Future: Intelligent policy choices for Europe 2050 | European Commission (@EU_Commission) [link]

Shaping an interconnected world. G20 Leaders’ Declaration | G20 [link]

GOA 2035 Vision Strategy − An Abridged Report | Goa Golden Jubilee Development Council [link]

Paradox of Progress. Global Trends | National Intelligence Council (NIC) (@ODNI_NIC) [link]



Defence

European Defence Agency (EDA) Role in Research & Technology. Towards Enhanced European Future Military Capabilities | EDA (@EUDefenceAgency) [link]



Energy

Earth 2050: The Future of Energy | Shell, Wired Magazine & Discovery Channel [link]

Low carbon energy and feedstock for the European chemical industry | Alexis Michael Bazzanella and Florian Ausfelder, DECHEMA (Gesellschaft für Chemische Technik und Biotechnologie e.V.) (@DECHEMA) - European Chemical Industry Council (CEFIC) (@Cefic) [link]



Environment

Earth Observations in support of the 2030 Agenda for Sustainable Development | GEO (Group on Earth Observations) (@GEOSEC2025) [link]



Food

The future of food and agriculture. Trends and challenges | Food and Agriculture Organization (FAO) of the United Nations (UN) (@FAOnews) [link]






2017/08/23

Avec innovation, 2020 2030 2050



Agriculture et nature

Une prospective pour le secteur vigne et vin dans le contexte du changement climatique | FranceAgriMer (@FranceAgriMerFR) via Innovin (@Inno_vin) [link]

Charte 2008 - 2019. Rapport | Parc naturel régional du Morvan (@ParcduMorvan) [link]

#LULUCF Les secteurs de la sylviculture, du papier et de l'agriculture s'unissent en faveur d'un niveau de référence pour les forêts dynamique : EUSTAFOR, COPA - COGECA, CEPF, CEPI et CEI-Bois [link]

#AgricultureInnovation2025 30 projets pour une agriculture compétitive & respectueuse de l’environnement | Ministère de l'Agriculture et de l'Alimentation (@Min_Agriculture) [link]



Personnes

Booster l’Innovation sociale en 12 propositions | Les entreprises pour la Cité (@LepC_France) [link]

Déclaration Africa 2030. Entreprendre ensemble l’avenir ! Jeunes = Entrepreneurs = Entreprises = Emplois | Forum de la Jeunesse et de l’Entrepreneuriat à l’AGYP (Active Growth & Youth Program) avec le MEDEF (Mouvement des Entreprises de France) @medef [link]

Santé 2025. Un monde d’innovations | Les Entreprises du Médicament en France (LEEM) (@LeemFrance) [link]

Les personnes en situation de handicap en 2035. Répercussions des tendances technologiques et sociétales sur notre monde | GDI (Gottlieb Duttweiler Institute) (@GDInstitute) [link]

Stratégie 2020 de la Fédération internationale des Sociétés de la Croix-Rouge et du Croissant-Rouge (IFRC) (@Federation) [link]

Stratégie 2020 - Caritas Neuchâtel (@CaritasSuisse) [link]



Gouvernance

Ensemble contre la corruption. Stratégie 2020 de Transparency International (@anticorruption) [link]



Énergie

Innovation dans le secteur de l’électricité. Vers la vision 2050 | Association canadienne de l’électricité (ACÉ) / Canadian Electricity Association (CEA) @CDNelectricity [link]

Scénario négaWatt 2017-2050 | Association négaWatt (@nWassociation) [link]

Stratégie CAP 2030 | EDF (Électricité de France) (@EDFofficiel) [link]

Perspectives Énergétiques 2017 à l’horizon 2040. Points-clés | Exxon Mobil (@exxonmobil) [link]



Technologie

Intelligence artificielle : 5 chiffres-clés à connaître | Microsoft Ideas (@Microsoftideas) Digital is business [link]



Directions du futur

Vision Djibouti 2035 | DJIBOUTI 2035 (@DJIBOUTI2035) - République de Djibouti [link]

Notre monde en 2050 | AFP (Agence France-Presse) (@afpfr) [link]

Luxembourg 2045. Les 30 glorieuses sont devant nous! | Michel-Edouard Ruben. Publié par la Fondation IDEA (@FondationIDEA) [link]



Cités

Mission Île de la Cité : le coeur du coeur | Philippe Bélaval et Dominique Perrault, Mission d'étude Île de la Cité (@Mission_IDC) [link]



Défense

Le futur de la Défense : Horizon 2030 | Cabinet de la Défense et de la Fonction Publique (@defense_BE), ministre Steven Vandeput (@svandeput) [link]



Transport et communications

Bus2025. Inventons ensemble le bus de demain | Groupe RATP (@GroupeRATP) [link]

Transport aérien 2050 - Des recherches pour préparer l'avenir | ONERA (Office National d'Etudes et Recherches Aérospatiales) [link]



Culture et sciences

Plan d'orientation stratégique 2016-2030 | Institut de recherche pour le développement (IRD) (@ird_fr) [link]

Vision du développement culturel 2025 | Ville de Québec (@villequebec) [link]



Environnement

Economie Circulaire : Un atout pour relever le défi de l’aménagement durable des territoires | Agence de l’Environnement et de la Maîtrise de l’Énergie ADEME (@ademe) [link]



Entreprise et industrie

Voyage vers le futur, mon entreprise en 2030 | @derosnayjoel via @EDFutur [link]

Une Industrie compétitive pour la Croissance et l’Emploi, 2017-2022 | Groupe des Fédérations industrielles (GFI) (@GFI_Industrie) [link]






2017/08/22

Con innovación, 2020 2030 2050



Energía

Energía 2050. Política energética de Chile | Ministerio de Energía (@MinEnergia del @GobiernodeChile) [link]

Visión Estratégica 2030 | Plataforma Futured (Plataforma española de redes eléctricas) [link]



Personas

Estrategia de la Unión Europea en materia de lucha contra la droga (2013-2020) | Consejo de la Unión Europea (@EUCouncil) [link]

Estrategia SERGAS 2020 | Xunta de Galicia. Consellería de Sanidade. Servizo Galego de Saúde (@ACIS_sergas) [link]

El comercio del conocimiento: economía del siglo XXI | Banco Nacional de Comercio Exterior (@bancomext) [link]

Visión de futuro para el sector de la salud 2025 | Observatorio de Prospectiva Tecnológica Industrial (OPTI) [link]



Educación

Innovación y cambio educativo a pequeña y gran escala | @arivas7 via @Educar2050 [link]

El futuro de la formación profesional en América Latina y el Caribe: desafíos y lineamientos para su fortalecimiento | Centro Interamericano para el Desarrollo del Conocimiento en la Formación Profesional (OIT/Cinterfor) (@OITCinterfor) [link]

Estrategia UAM 2025 | Universidad Autónoma de Madrid (UAM) (@UAM_Madrid) [link]



Industria y empresa

Desafíos del Agua para la región Latinoamericana | Fundación Chile (FCH) (@fundacionchile) [link]

Visión Estratégica 2020 de la Logística Integral en España | Logistop (Plataforma Tecnológica en Logística Integral) (@Logistop_). Centro Nacional de Competencia en Logística Integral (CNC) [link]

Desde el cobre a la innovación. Roadmap Tecnológico 2015-2035 | Fundación Chile (@fundacionchile) [link]

Estrategia de Desarrollo Industrial de Canarias 2009-2020 (EDIC) [link]



Finanzas

Banca de Desarrollo y financiamiento en una era de cambios tecnológicos | 47 Asamblea General de la Asociación Latinoamericana de Instituciones Financieras para el Desarrollo (ALIDE) (@_ALIDE_) [link]



Transporte y comunicaciones

Hoja de Ruta del Ferrocarril 2050: Eje del Espacio Único Europeo del Transporte | ERRAC: European Rail Research Advisory Council / Consejo Europeo para la Investigación Ferroviaria [link]

Análisis DAFO y Prioridades Científico Tecnológicas y de Innovación del Sector Ferroviario Español. Visión 2050 | Plataforma Tecnológica Ferroviaria Española (PTFE) [link]

Mazda anuncia su visión a largo plazo para el desarrollo tecnológico “Zoom-Zoom sostenible 2030” [link]



Ciudades

TRC 2040. Plan Estratégico para Torreón con enfoque Metropolitano 2040 | Instituto Municipal de Planeación y Competitividad de Torreón (IMPLAN) (@trcimplan). Administración Municipal de Torreón. Estado de Coahuila. México [link]

Distrito Castellana Norte (DCN) (@DCNMadrid) [link]

E2020DSS | Donostiako Estrategia Bulegoa, 2020 urtera begira - Oficina de Estrategia de San Sebastián, con miras a 2020 (@e2020dss) [link]



Países

Visión 2030. El México que queremos | Presidencia de la República [link]

Plan Binacional de Integración Fronteriza Ecuador-Colombia 2014-2022 | Secretaría Nacional de Planificación y Desarrollo (Senplades) (@SenpladesEc) [link]



Gobernanza

La Administración Pública del Futuro. La Administración 2050 | Carles Ramió Matas, @GIGAPP [link]



Rumbos del futuro

Conocimiento e innovación hacia el 2050 en Costa Rica | Asociación Estrategia Siglo XXI [link]

Agenda 2030 y los Objetivos de Desarrollo Sostenible. Una oportunidad para América Latina y el Caribe | Sistema Económico Latinoamericano y del Caribe (SELA) @SELAInforma [link]

España en el mundo 2033 | PwC España (@PwC_Spain) [link]

Megatendencias. Un análisis del estado global | Centro Nacional de Planeamiento Estratégico (CEPLAN) (@CEPLAN2050) [link]



Tecnología

Función de la ciencia, la tecnología y la innovación en la garantía de la seguridad alimentaria para el año 2030 | ONU. Consejo Económico y Social. Comisión de Ciencia y Tecnología para el Desarrollo. Informe del Secretario general (@UNCTAD) [link]

La reinvención digital, una oportunidad para España | Digital McKinsey (@DigitalMcKinsey) con la colaboración de la Fundación Cotec (@Cotec_Innova) [link]






2017/08/21

Brasil, inovação 2020 2030 2050 (Lusofonia 1/2)




Empresas e associações e instituções
privadas: Rumos do futuro


Tecnologia

O futuro em ciência, tecnologia e inovação. Carta IEDI, edição 775 | Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI) (@iedi) [link]

A tecnologia no mundo, ano 2100 | @saopaulotv [link]


Natureza

Visão de Sustentabilidade 2050 | Natura (@naturanet) [link]


Alimentos

Cocriando soluções para mitigar perdas e desperdícios de alimentos no Brasil | BASF (@BASF_Brasil) [link]


Indústria

Visão Brasil 2050 | Conselho Empresarial Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) (@cebds) [link]

Transformação global das indústrias até 2025. Como mapear tendências e captar oportunidades | Jürgen Paulus e Aldemir Drummond, Fundação Dom Cabral (FDC) (@DomCabral) [link]


Energia

Biodiesel: oportunidades e desafios no longo prazo | Ubrabio (União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene) (@Ubrabio) [link]

Visão 2040. Cenários mundiais para a indústria de óleo e gás | Deloitte Brasil (@DeloitteBR) [link]


Transportes e comunicações

Honda apresenta diretrizes globais até 2030 | @Honda [link]




Administrações públicas


Pessoas

Brasil 2050. Desafios de uma nação que envelhece | Câmara dos Deputados (@camaradeputados) [link]


Defesa

Plano Estratégico 2017 - 2024 | Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (@cbm_df) [link]


Sustentabilidade

Brasil 2040: cenários e alternativas de adaptação à mudança do clima | Ministério do Meio Ambiente do Brasil (MMA) (@mmeioambiente) [link]


Matérias primas

Plano Nacional de Mineração 2030. Geologia, Mineração e Transformação Mineral | Ministério de Minas e Energia (MME) (@Minas_Energia) [link]


Rumos do futuro

Visão Brasil 2030 | Projeto GoveRNança Inovadora do Estado do Governo do Rio Grande do Norte [link]


Tecnologia

Parceria entre Brasil e União Europeia vai desenvolver Internet das Coisas e 5G. Missão Brasileira no IOT SWC Barcelona | Ministério da Ciência, Tecnologia, Informações e Comunicações (MCTIC) (@mctic) e Associação Brasileira de Internet das Coisas (@abincbr) [link]

Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (ENCTI) 2016-2019 | Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) (@MCTIC) [link]


Empresas

Inovar é criar valor. 22 casos de inovação em micro, pequenas, médias e grandes empresas | Confederação Nacional da Indústria (CNI) (@CNI_br) [link]


Agricultura

Visão 2014-2034: o futuro do desenvolvimento tecnológico da agricultura brasileira | Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento EMBRAPA (@embrapa) [link]




Organizações académicas e educativas


Rumos do futuro

Planejamento Estratégico 2025 | Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) (@CNPq_Oficial) [link]

As tendências para o Brasil em 2035 | Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (@ipeaonline) [link]

Brasil 2035, cenários para o desenvolvimento | ASSECOR (Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Planejamento e Orçamento) (@assecor) e IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) (@ipeaonline) [link]

Megatendências Mundiais 2030. O que entidades e personalidades internacionais pensam sobre o futuro do mundo? Contribuição para um debate de longo prazo para o Brasil | Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) @ipeaonline [link]


Pessoas

Longevidade e produtividade no trabalho: visão da indústria | SESI (Serviço Social da Indústria. Departamento Regional do Paraná) (@SESIPR): Instituto SESI de Inovação em Longevidade e Produtividade [link]

Trabalho / Tecnologia 2050. Três cenários alternativos | Projeto Millennium (@MillenniumProj). Núcleo de Estudos do Futuro. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC SP) (@puc_sp) [link]


Tecnologia

A Quarta Revolução Industrial do Setor Têxtil e de Confecção: a Visão de Futuro para 2030 | SENAI CETIQT (Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil) (@cetiqtsenaibr) [link]

Plano Estratégico do Parque Tecnológico UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) 2016 - 2045 | UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) (@ufrj) [link]


Sustentabilidade

Bioeconomia: visões internacionais no Brasil | FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) (@AgenciaFAPESP) e FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) (@Fiesp) [link]


Indústria

Siderurgia no Brasil 2010-2025 | Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) (@CGEE_oficial) [link]




ONG


Indústria e infraestrutura

Indústria, inovação e infraestrutura: Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação. Documento temático sobre o ODS 9 | ONU Brasil (@ONUBrasil) [link]






2017/08/18

E2I Estratégia de Investigação e Inovação 2013-2020 | Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) (@LNEC_PT)



Info: LNEC

Document (pdf)




«A atividade de investigação e desenvolvimento do LNEC tem sido enquadrada por planos quadrienais de natureza estratégica, designados Planos de Investigação Programada (PIP), dos quais o último foi o PIP 2009-12, e desenvolvidos em linhas de investigação consideradas prioritárias pelo seu interesse para o país.

»Considera-se que o LNEC enfrenta hoje um conjunto de desafios e oportunidades que necessitam de respostas estratégicas de longo prazo. Assim, e procurando um melhor alinhamento com o próximo período de programação comunitária, entendeu-se que o LNEC deveria dispor de uma definição estratégica que enquadrasse e orientasse a preparação do próximo Plano de Investigação e Inovação (P2I), abrangendo um período mais alargado que o dos anteriores PIP e terminando em 2020.

»O processo foi iniciado em 2012 com a realização de 3 jornadas de reflexão interna (Jornadas de Investigação e Inovação LNEC 2012 – Engenharia para a Sociedade). Posteriormente foi criado um Grupo de Trabalho de apoio ao Conselho Diretivo que promoveu diferentes ações de recolha de informação e de interação com a comunidade científica do LNEC e com as Unidades Departamentais.

»O presente documento, designado Estratégia de Investigação e Inovação (E2I) 2013-2020, sintetiza o resultado desse trabalho de definição estratégica.

»O documento é constituído por três partes:

»► A Parte I, designada “Enquadramento”, contém uma breve análise do contexto em que se irá desenvolver a atividade de Investigação Aplicada, Desenvolvimento Experimental e Inovação (I&D&I) do LNEC no horizonte 2020.

»► A Parte II, designada “Definição Estratégica”, estabelece o conceito estratégico, a visão e os princípios, os eixos estruturantes e as temáticas prioritárias que irão orientar essa atividade.

»► A Parte III, designada “Plano de Ação”, reúne e sistematiza as principais ações necessárias à implementação da agenda estratégica do LNEC.»





2017/08/17

Estratégia Nacional para a Conservação da Natureza e Biodiversidade 2025 | Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF)



Info: ICNF, via: Ordem dos Biólogos (@ordembiologos)

Document (pdf)





«3 eixos

»30 objetivos

»100 medidas

»4 níveis de prioridade


»Eixo 1 - Melhorar o estado de conservação do património natural

»Eixo 2 - Promover o Reconhecimento do Valor do Património Natural

»Eixo 3 - Fomentar a apropriação dos valores naturais e da biodiversidade»





2017/08/16

Estratégia Nacional para o Envelhecimento Activo e Saudável 2017. Proposta do Grupo de Trabalho Interministerial | Serviço Nacional de Saúde (SNS)



Info: SNS

Documento (pdf)




«Portugal, assim como outros países da Europa, tem vindo a registar nas últimas décadas profundas transformações demográficas caracterizadas, entre outros aspetos, pelo aumento da longevidade e da população idosa e pela redução da natalidade e da população jovem. Em 2015, as pessoas com 65 ou mais anos representavam 20,5% de toda a população residente em Portugal. Neste mesmo ano, a esperança de vida atingiu os 77,4 anos para homens e 83,2 anos para as mulheres (PORDATA, 2016).

»O índice de envelhecimento em Portugal passou de 27,5% em 1961 para 143,9% em 2015 (PORDATA, 2015), o que naturalmente exerce um forte impacto na sociedade como um todo e exige adaptações e respostas em diversos níveis, nomeadamente por parte dos seus sistemas de suporte, como é o caso dos sistemas de saúde, segurança social, educação, justiça e transportes.

»Muito embora o aumento da longevidade da população portuguesa seja um facto apreciável, a qualidade dos anos de vida ganhos apresenta ainda um potencial para melhorar. Considerando o conceito de Envelhecimento Ativo proposto em 2002 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) (World Health Organization, 2002), esta melhoria dependerá muito do empenho de cada um, enquanto agente da sua própria saúde, participação e segurança, e da sociedade como um todo, de forma a que sejam garantidas as oportunidades para tal, à medida que as pessoas envelhecem.

»Em matéria do envelhecimento ativo e saudável, Portugal está comprometido com a Estratégia e Plano de Ação Global para o Envelhecimento Saudável da OMS e com os valores e objetivos fundamentais da União Europeia (UE), que contemplam a promoção do envelhecimento ativo e estão refletidos em iniciativas como as Propostas de Ação da UE para a promoção do Envelhecimento Ativo e Saudável e da Solidariedade entre Gerações (Decisão n.º 940/2011/U, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 14 de setembro).

»O envelhecimento ativo e saudável é definido como o processo de otimização das oportunidades para a saúde, participação e segurança, para a melhoria da qualidade de vida à medida que as pessoas envelhecem bem como o processo de desenvolvimento e manutenção da capacidade funcional, que contribui para o bem-estar das pessoas idosas, sendo a capacidade funcional o resultado da interação das capacidades intrínsecas da pessoa (físicas e mentais) com o meio (World Health Organization, 2015).

»À semelhança de outros organismos públicos, o Ministério da Saúde, através da Direção-Geral da Saúde (DGS), tem, no âmbito do Envelhecimento Ativo e Saudável, um assinalável historial no desenvolvimento de programas, de que é exemplo o Programa Nacional para a Saúde das Pessoas Idosas (2004).

»A continuidade do desenvolvimento de políticas transversais e de estratégias de atuação multidisciplinares, flexíveis e de proximidade, que permitam que todas as pessoas idosas possam desfrutar de uma vida ativa e saudável, é um imperativo ético. Importa, ainda, dar substância e coerência à ação no âmbito da promoção do envelhecimento ativo e saudável, em consonância com os compromissos assumidos com a OMS e a União Europeia, designadamente no que se refere à adoção de estratégias e de indicadores comuns que permitam a comparação internacional e inter-regional.

»Aumentar a capacidade funcional das pessoas idosas é um ponto de referência para a formulação de um modelo orientador de intervenção que defina prioridades, parâmetros de monitorização e avaliação, e imprima dinâmicas e sinergias de cooperação entre interventores e instituições no âmbito dos diversos Programas Prioritários e outros Programas e projetos da saúde e vários parceiros empenhados na melhoria dos padrões de saúde, de participação, de segurança e de investigação.

»Assim, nos termos do Despacho n.º 12427/2016, de 17 de outubro e em cumprimento com os objetivos definidos, num trabalho de parceria interministerial e intersectorial o Grupo de Trabalho propõe a Estratégia Nacional para o Envelhecimento Ativo e Saudável, de ora em diante designada por ENEAS.

»A proposta que agora se apresenta apoia-se no trabalho desenvolvido pela DGS no âmbito dos programas de prevenção da doença, de promoção da saúde e do Plano Nacional de Saúde (PNS), com a colaboração da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), Instituto de Segurança Social, I.P., Direção-Geral da Segurança Social, I.P., Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES), Direção-Geral das Autarquias Locais, Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, Associação Nacional de Município Portugueses e Associação Nacional de Freguesias.»





2017/08/14

Estratégias de inovação RIS3: Políticas de coesão 2014-2020



Comissão Europeia: Política Regional (Inforegio) (@EU_Regional)

Documento (pdf)




«Políticas de coesão 2014-2020 nas RIS3: Quais são os efeitos práticos?


»A condicionalidade ex-ante das estratégias RIS3 exige que os Estados-Membros e as regiões da UE identifiquem as especializações de conhecimento que melhor se coadunam com o seu potencial de inovação, tendo por base os seus ativos e capacidades.

»Isto terá de ser feito através de um processo de "descoberta empresarial", ou seja, envolvendo as partes interessadas e as empresas mais importantes ligadas à inovação. Deste modo, em vez de ser uma estratégia imposta a partir de cima, a especialização inteligente envolve empresas, centros de investigação e universidades que colaboram entre si para identificar as áreas de especialização mais promissoras, assim como as fraquezas que comprometem a inovação, ao nível de uma região. Posteriormente, as autoridades nacionais ou regionais terão de elaborar um documento que descreva a estratégia proposta para esse país ou região e, em particular, os investimentos públicos e privados planeados, incluindo Fundos Estruturais, que se destinam à investigação, ao desenvolvimento tecnológico e à inovação.

»Esta estratégia não deverá basear-se e/ou visar apenas a excelência científica regional, mas também apoiar a inovação baseada na prática ("não tecnológica") e incluir a adoção e a difusão do conhecimento e da inovação.

»A estratégia deverá ser autoavaliada e, se possível, revista pelos pares. Serão disponibilizadas mais orientações específicas para as regiões e os Estados-Membros sobre como desenvolver e implementar estratégias regionais de inovação para a especialização inteligente sob a forma de um guia metodológico e prático.

»A Plataforma de Especialização Inteligente, lançada em junho de 2011, também apoia o desenvolvimento de estratégias regionais. A Plataforma é gerida por uma equipa do Centro Comum de Investigação (JRC-IPTS) em Sevilha, Espanha. É acompanhada por uma Equipa de Coordenação que inclui especialistas de vários departamentos da Comissão Europeia. Também recebe o contributo de um «Mirror Group» (grupo de autoridades públicas) composto por peritos de alto nível e representantes da rede europeus. Irá disponibilizar um leque de serviços, incluindo orientação, formação e apoio na revisão das estratégias nacionais/regionais por parte dos pares. Os Estados-Membros e as regiões são incentivados a inscrever-se na Plataforma acedendo à página inicial da mesma.



»Estratégias de inovação regionais / nacionais para a especialização inteligente (RIS3) (Comissão Europeia: Política Regional (Inforegio))

»A Europa 2020 é a estratégia de crescimento da UE para a próxima década. Num mundo em mudança, projetos como estes estão a ajudar a tornar a UE numa economia inteligente, sustentável e inclusiva, conforme o estabelecido na Estratégia Europa 2020. Estas três prioridades mutuamente fortalecedoras devem ajudar a UE e os Estados-Membros a alcançarem elevados níveis de emprego, de produtividade e de coesão social.

»Concretamente, a União Europeia definiu cinco metas ambiciosas – para o emprego, inovação, educação, inclusão social e clima/energia – que deverão ser alcançadas até 2020. Cada um dos Estados-Membros definiu as suas próprias metas nacionais para cada uma destas áreas. A estratégia é sustentada por ações concretas a nível da UE e a nível nacional.

»As autoridades nacionais e regionais por toda a Europa devem conceber estratégias de especialização inteligente em projetos de descoberta empresarial, de modo a que os Fundos Estruturais e de Investimento Europeus (ESIF) possam ser utilizados de forma mais eficiente, e devem aumentar as sinergias entre as diferentes políticas europeias, nacionais e regionais, bem como os investimentos públicos e privados.»





2017/08/11

Capacitação para o Investimento Social | Portugal Inovação Social - Laboratório de Investimento Social (@invest_socialPT)


Info: Portugal Inovação Social

Document (pdf) Capacitação para o Investimento Social. Portugal Inovação Social. Sessão de esclarecimento. Preparação de candidaturas






«Portugal Inovação Social | Portugal 2020


»Os fundos europeus estruturais e de investimento (FEEI) serão, pela primeira vez, diretamente mobilizados para projetos na área da Inovação e Empreendedorismo Social, no âmbito do novo quadro de programação para o período 2014-2020 – o Portugal 2020, e respetivos Programas Operacionais.

»O Acordo de Parceria para Portugal (designado por Portugal 2020), assinado a 25 de Junho de 2014 entre o Estado Português e a Comissão Europeia, assume a inovação social enquanto área de aposta transversal dos FEEI, com ligação ao sistema de investigação e inovação nacional, e estimulando o aparecimento de soluções inovadoras que, numa lógica complementar às respostas tradicionais, permitam dar novas respostas a problemas societais prementes, na área social, mas igualmente na educação, na saúde, na justiça, etc.

»A iniciativa Portugal Inovação Social foi criada e negociada com os serviços da Comissão Europeia enquanto parte do processo de programação do Portugal 2020, com o objetivo de financiar, de forma integrada, ao longo de todo o período 2014-2020, Iniciativas de Inovação e Empreendedorismo Social (IIES), através de um instrumento de intervenção específico, dedicado à dinamização de um ecossistema de inovação e empreendedorismo social e à promoção do investimento social em Portugal.

»Com uma dotação inicial de 140M de euros, a Portugal Inovação Social é concretizada pela mobilização, através da Estrutura de Missão Portugal Inovação Social, de recursos financeiros dos seguintes programas operacionais do Portugal 2020:

»Programa Operacional Inclusão Social e Emprego;

»Programa Operacional Capital Humano;

»Programas Operacionais Regionais do Continente – Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve.


»As regras base de aplicação destas verbas FEEI em projetos apoiados pela Portugal Inovação Social encontram-se definidas:

»No regulamento específico do domínio da Inclusão Social e Emprego;

»No regulamento específico do domínio do Capital Humano.


»Essas regras base serão depois detalhadas em cada um dos Avisos para apresentação de candidaturas aos programas de financiamento da Portugal Inovação Social, ao longo de todo o período 2014-2020.

»São estes avisos, emitidos pelas Autoridades de Gestão dos Programas Operacionais financiadores, em articulação com a Portugal Inovação Social, que permitem aos promotores de IIES perceber as “regras do jogo” no acesso aos fundos disponibilizados pela iniciativa Portugal Inovação Social em cada momento.»





2017/08/10

O que é o Portugal 2020 | República Portuguesa (@govpt)


Info: Portugal 2020

Documento da Agência para o Desenvolvimento e Coesão (pdf)



Portugal 2020: 16 Programas Operacionais


Portugal vai receber 25 mil milhões de euros até 2020, para o conjunto dos fundos, os quais serão atribuídos no âmbito de cada um dos 16 Programas Operacionais, temáticos e regionais.




«Portugal 2020 – O que é?


»Trata-se do ACORDO DE PARCERIA adotado entre Portugal e a Comissão Europeia (ver DECISÃO), que reúne a atuação dos 5 Fundos Europeus Estruturais e de Investimento - FEDER, Fundo de Coesão, FSE, FEADER e FEAMP - no qual se definem os princípios de programação que consagram a política de desenvolvimento económico, social e territorial para promover, em Portugal, entre 2014 e 2020.

»Estes princípios de programação estão alinhados com o Crescimento Inteligente, Sustentável e Inclusivo, prosseguindo a ESTRATÉGIA EUROPA 2020. Portugal vai receber 25 mil milhões de euros até 2020, para tal definiu os Objetivos Temáticos para estimular o crescimento e a criação de Emprego, as intervenções necessárias para os concretizar e as realizações e os resultados esperados com estes financiamentos.

»Estímulo à produção de bens e serviços transacionáveis;

»Incremento das exportações;

»Transferência de resultados do sistema científico para o tecido produtivo;

»Cumprimento da escolaridade obrigatória até aos 18 anos;

»Redução dos níveis de abandono escolar precoce;

»Integração das pessoas em risco de pobreza e combate à exclusão social;

»Promoção do desenvolvimento sustentável, numa óptica de eficiência no uso dos recursos;

»Reforço da coesão territorial, particularmente nas cidades e em zonas de baixa densidade;

»Racionalização, modernização e capacitação da Administração Pública, são os principais objetivos das poliíticas a prosseguir no Portugal2020.


»Merece ainda destaque a Estratégia de Investigação e Inovação de Portugal para uma Especialização Inteligente nas suas componentes NACIONAL e REGIONAIS: NORTE | CENTRO | LISBOA | ALENTEJO | ALGARVE | AÇORES | MADEIRA - aprovada a 23 de dezembro de 2014, que identifica as grandes apostas estratégicas inteligentes, que são temas com especialização científica, tecnológica e económica, nos quais Portugal e as suas regiões detêm vantagens comparativas e competitivas ou que revelaram potencial de emergir como tais.

»O alinhamento com essas estratégias constitui obrigatoriedade na concretização dos investimentos do Portugal 2020 em Investigação, Desenvolvimento tecnológico e Inovação (OT 1) e prioridade noutros casos, como por exemplo, no âmbito dos apoios à competitividade das PME (OT 3).

»Por iniciativa das autoridades portuguesas foi efetuada a AVALIAÇÃO EX ANTE DO ACORDO DE PARCERIA, sustentada num processo interativo de reflexão que reforçou o escrutínio das principais escolhas estratégicas.



»Portugal 2020 – Quais são as prioridades de intervenção dos Fundos da União Europeia no período 2014-2020?

»A programação e implementação do Portugal 2020 organizam-se em quatro domínios temáticos:

»- Competitividade e Internacionalização;

»- Inclusão Social e Emprego;

»- Capital Humano;

»- Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos.


»Considera, ainda, os domínios transversais relativos à reforma da Administração Pública e à territorialização das intervenções.


»APRESENTAÇÃO “PORTUGAL 2020: Objetivos, Desafios e Operacionalização”.



»Portugal 2020 – Quais as categorias de regiões?

»Em termos de elegibilidades para os Fundos Europeus de Investimento (FEDER, FCoesão, FSE, FEADER e FEAMP), as 7 regiões de Portugal dividem-se em:

»Regiões menos desenvolvidas (PIB per capita < 75% média UE): Norte, Centro, Alentejo e R.A. Açores. Taxa de cofinanciamento dos Fundos: 85%.

»Regiões em transição (PIB per capita entre 75% e 90%): Algarve. Taxa de cofinanciamento dos Fundos: 80%.

»Regiões mais desenvolvidas (PIB per capita > 90%): Lisboa e Madeira. Taxa de cofinanciamento dos Fundos: 50% (Lisboa) e 85% (RAM)



»Portugal 2020 – Como se operacionaliza?

»O Portugal 2020 será operacionalizado através de 16 Programas Operacionais a que acrescem os Programas de Cooperação Territorial nos quais Portugal participará a par com outros Estados membros. [Consulte os TEXTOS INTEGRAIS na página PROGRAMAS OPERACIONAIS]:


»4 Programas Operacionais Temáticos no Continente

»COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO

»INCLUSÃO SOCIAL E EMPREGO

»CAPITAL HUMANO

»SUSTENTABILIDADE E EFICIÊNCIA NO USO DOS RECURSOS


»5 Programas Operacionais Regionais no Continente

»NORTE

»CENTRO

»LISBOA

»ALENTEJO

»ALGARVE


»2 Programas Regionais nas Regiões Autónomas

»AÇORES

»MADEIRA


»Programas Operacionais de Cooperação Territorial Europeia

»ESPANHA-PORTUGAL

»MADEIRA-AÇORES-CANÁRIAS

»ESPAÇO ATLÂNTICO

»SUDOESTE EUROPEU

»MEDITERRÂNEO

»ESPON, URBACT, INTERACT e INTERREG C


»3 Programas de Desenvolvimento Rural

»1 PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO RURAL NO CONTINENTE - PDR 2020

»2 nas Regiões Autónomas (AÇORES e MADEIRA)


»1 Programa para o Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas (FEAMP)

»PROGRAMA OPERACIONAL MAR 2020


»1 Programa Operacional de Assistência Técnica

»PROGRAMA OPERACIONAL DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA»





2017/08/09

Agenda 2063. A África que Queremos. Plano de implementação para a primeira década, 2014-2023 | African Union (@_AfricanUnion)


Info: African Union

Document (pdf) via Economic Commission for Africa (@ECA_OFFICIAL)





«MOBILIZAR PARCERIAS ESTRATÉGICAS DE ÁFRICA


»A União Africana entrou numa série de parcerias estratégicas para apoiar o seu processo de desenvolvimento: África-UE, África-EUA, África-Japão, África-China, África-Índia, África Estados da Liga Árabe, África-América do Sul, África -Turquia e África-Coreia com mais pedidos de parcerias em preparação. No entanto, todo o potencial dos compromissos financeiros e compromissos de assistência técnica embutidos nessas parcerias ainda estão por ser totalmente aproveitadas pelo lado Africano. Por isso, daqui para frente precisam ser considerados, pela UA, os três seguintes níveis de acções para tirar o máximo proveito das suas parcerias estratégicas:

»_ Preparar um quadro político abrangente da UA e articular uma estratégia de parceria para todos os parceiros de alto potencial em torno de um número limitado de intervenções com benefícios transformacionais socioeconómicos significativos;

»_ Maximização do potencial da África para explorar todo o potencial da sua parceria, aumentando o seu apoio estratégico, de governação, técnico, logístico e financeiro para a função de gestão de parceria da CUA; trazendo mais clareza ao modelo de implementação de vários programas continentais de África (PIDA, CAADP / 3ADI, AIDA / APCII / RADS / AMV, BIAT) para facilitar a cooperação orientada para os resultados com os seus parceiros estratégicos; e por uma maior participação e coordenação de/entre os vários intervenientes da África no processo de parceria: CUA, NPC, BAD, as CERs, os Estados-Membros, PSO, CSO e outros órgãos da UA; e

»_ Aprofundar os benefícios transformacionais das parcerias através de um alinhamento com as prioridades da Agenda 2063, a saber: projectos emblemáticos da Agenda 2063 baseados em recursos naturais e industrialização e transferência de tecnologia baseadas em STI, comércio intra-Africano e desenvolvimento da exportação, sector privado e desenvolvimento de MPME, desenvolvimento do mercado financeiro, apoio à Agenda pós-2015 no que respeita ao desenvolvimento social e sustentável e mobilização de recursos internos financeiros.»





2017/08/08

O Programa Africano de Transformação da Saúde para 2015–2020. Uma Visão para a Cobertura Universal de Saúde | Organização Mundial da Saúde. Escritório Regional para a África (OMS / WHO)



Info: IRIS WHO

Document (pdf)



«A NOSSA VISÃO E COMPROMISSO


»A nova agenda de cinco anos da OMS em África, O Programa Africano de Transformação da Saúde para 2015-2020: uma visão para a cobertura universal de saúde, é o quadro estratégico que irá orientar as contribuições da OMS à plataforma de desenvolvimento sustentável emergente em África.

»Articula uma visão para a saúde e desenvolvimento que procura abordar as desigualdades e injustiças inaceitáveis que têm mantido a nossa região muito atrás de outras em termos de índices de saúde e de apreciação dos mais altos padrões de vida possíveis. Por exemplo, em 2013 a mortalidade infantil na Região era quase o dobro da média mundial (90 vs. 46 por cada 1000 nados-vivos, respectivamente), enquanto a esperança de vida à nascença era 13 anos mais baixa que a média mundial (58 vs. 71 anos, respectivamente).

»O Escritório Regional da OMS para a África irá fornecer liderança na transformação da saúde e bemestar do povo africano, com um conjunto definido de prioridades e um compromisso renovado e alargado à responsabilidade pelos resultados e aos valores de equidade, transparência, integridade, profissionalismo e abertura. O programa de transformação tem como base o princípio de uma África que fala por si, assumindo a apropriação e envolvendo-se numa liderança conjunta para implementar mudanças num momento crucial.

»O Escritório Regional da OMS para a África reconheceu a solidariedade mundial louvável que surgiu como resposta à epidemia na África Ocidental da doença por vírus Ébola (DVE) em 2014-2015, e como o surto realçou o papel central que a saúde tem na economia e no desenvolvimento social. Esta solidariedade mundial apresenta uma oportunidade única para contribuir com vista ao cumprimento dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), através da transformação da saúde das pessoas em África.

»O Programa proposto é sustentado pelo compromisso da OMS na Região Africana em ajudar a assegurar que os dividendos de crescimentos económicos sem precedentes, um ambiente político melhor e mais estável, o aparecimento de uma nova geração vibrante e inovadora, o nascimento de uma nova classe-média e as enormes possibilidades apresentadas pelas novas tecnologias, são todos traduzidos em benefícios de desenvolvimento humano tangíveis para o povo africano e para a saúde e segurança económica mundiais.»





2017/08/03

Era do Potencial Humano 2.0 - Forças Futuras no Mundo do Trabalho | Manpower Group (@ManpowerGroup‏)


Documento (pdf)






«CONCLUSÃO


»Neste mundo onde o único certo é a incerteza, as organizações devem se adaptar a um ritmo mais acelerado e se posicionar para aproveitar mais vantagens competitivas transitórias. Isto irá exigir uma abordagem diferente para a estratégia de força de trabalho, que assegure às empresas contar com o talento adequado no momento certo.

»Enquanto as indústrias evoluem rapidamente, postos de trabalho serão criados e deslocados dando lugar a um mercado de trabalho cada vez mais complexo em termos de oferta e demanda. As empresas vão se destacar na Era do Potencial Humano servindo como plataformas eficazes para organizar a forma em que as pessoas e as empresas interagem, compram e trabalham. Fora deste período de transição, novas maneiras de trabalhar continuarão crescendo.»





Programa de Desenvolvimento Rural de Portugal - Continente: PDR 2020 (#pdr2020)


Info

Documento (pdf)





«Complementaridade e demarcação com outros Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI)


»No que se refere aos FEEI, foram identificadas áreas de complementaridade que poderão potenciar os resultados passíveis de atingir através de apoios previstos no PDR, assegurando-se em simultâneo uma eficiente utilização dos recursos que exige nomeadamente a eliminação dos riscos de sobreposição de financiamentos. Tal requer, para além da implementação de um modelo de governação adequado, a delimitação ex-ante de fronteiras de elegibilidade entre fundos que garantam a sua complementaridade e impeçam a sua sobreposição, como previsto no Acordo de Parceria.

»Os investimentos tendentes à consolidação da informação de base, sistemas de indicadores e instalação de estruturas de governação dos planos de gestão dos sítios da Rede Natura 2000 terão resposta no âmbito do PO SEUR. No que à gestão diz respeito deverão ainda ser apoiados por este programa os investimentos de recuperação de habitats naturais dos territórios da Rede Natura 2000 cujo estado de conservação favorável não depende de gestão agro-florestal específica, ou não esteja sob pressão ou ameaça de atividades florestais ou agrícolas. Para além da gestão dos sítios associada ao planeamento e ordenamento do território, de natureza fortemente regulamentar, a parte mais relevante da gestão ativa da Rede Natura 2000 assentará contudo no apoio do PDR à gestão dos ecossistemas agrícolas e florestais e nas medidas de ecologização do 1º pilar.

»Na operacionalização do PDR será decisivo assegurar complementaridade e demarcação entre FEEI no âmbito da implementação do DLBC plurifundos. Neste caso a articulação será decisiva para a sua potenciação como abordagem integrada de desenvolvimento territorial, entendendo-se que tal só será possível através da implementação de um modelo de governação das DLBC que assegure nomeadamente a clarificação da áreas de intervenção de cada Fundo e a respetiva alocação financeira para financiamento das EDL.



»Complementaridade e demarcação com Pilar I da PAC


»Os pagamentos diretos são o principal instrumento de financiamento do Pilar I da PAC, apresentando para o período 2014-2020 importantes alterações na sua aplicação decorrente da reforma verificada e com várias áreas de relação com o PDR 2020, tendo em conta nomeadamente as opções nacionais relativas aos pagamentos directos. São de destacar as seguintes relações.

»O Pagamento Base será de aplicação transversal a grande parte dos agricultores portugueses e, portanto, a grande parte dos beneficiários do PDR, apresentando uma importante complementaridade com as medidas de gestão de risco do PDR, a “Manutenção da Atividade Agrícola em Zonas Desfavorecidas” e poderá ter uma influência positiva na decisão de investimento por parte dos agricultores ou de instalação por parte de jovens agricultores, podendo potenciar a execução destas medidas.

»O Pagamento Verde ("greening") terá um efeito transversal de proteção do ambiente, sendo dessa forma complementar das acções da M7. “Agricultura e Recursos Naturais”; O Apoio aos Jovens Agricultores constitui um claro complemento da ação 3.1, aumentando o nível de rendimento garantido dos jovens agricultores e reforçando assim a sua capacidade de fazer face aos primeiros anos de actividade e de cumprimento do plano de actividade que esta acção prevê.

»As Ajudas à Pequena Agricultura contribuem para a manutenção da actividade agrícola, de forma bastante simplificada, de pequenos agricultores, sendo complementar de apoios do PDR como sejam a M9. Manutenção da Atividade Agrícola em Zonas Desfavorecidas ou algumas acções da M7. “Agricultura e Recursos Naturais” (Culturas Permanentes Tradicionais, Pastoreio Extensivo, Mosaico Agroflorestal) ou mesmo o apoio a pequenos investimentos, que será enquadrado na abordagem LEADER.

»Os pagamentos ligados à pecuária extensiva (vacas aleitantes e ovinos e caprinos) apresentam clara complementaridade com a medida de apoio ao pastoreio extensivo (acção 7.7), incidindo essencialmente nos mesmos beneficiários e contribuindo, de forma coerente, para a manutenção de sistemas agro-silvo-pastoris e efectivos animais; neste sentido, servem também de complemento à M9. Manutenção da Atividade Agrícola em Zonas Desfavorecidas na prossecução dos seus objectivos;

»As medidas de mercado do regulamento da OCM Única apresentam várias áreas de complementaridade com a intervenção financiada pelo Pilar II, cuja intervenção é necessário demarcar. Nos apoios ao investimento, a reestruturação da vinha, os investimentos nas explorações e na transformação e comercialização apoiados pelos Programas Operacionais das Organizações de Produtores do sector das Frutas e Hortícolas e os investimentos de comercialização, repovoamento e transumância apoiados pelo Programa Apícola Nacional, não terão apoios do PDR 2020. De igual forma no que se refere aos apoios previstos pela OCM que vierem a ser veiculados no âmbito da concentração da oferta e os apoios veiculados no âmbito da gestão de crises também não terão apoios do PDR 2020.»





2017/08/02

Um futuro para a saúde - todos temos um papel a desempenhar | Fundação Calouste Gulbenkian (@FCGulbenkian)


Info: Fundação Calouste Gulbenkian

Documento (pdf)






Índice


Pontos-chave


Capítulos


1. Um novo pacto para a saúde

2. Participação dos cidadãos

3. Contribuição dos diversos sectores da sociedade

4. A procura permanente de melhoria da qualidade e da aplicação do conhecimento e da tecnologia

5. Um sistema de saúde centrado nas pessoas e baseado no trabalho de equipa

6. Novas funções e uma liderança reforçada

7. Sustentabilidade financeira

8. Recomendações

9. Os Desafios Gulbenkian


Apêndices


1. A Comissão: missão, metodologia e composição

2. “Eu e o meu sistema de saúde ideal” do relatório do Grupo de Trabalho 2

3. A Aliança de Toda a Sociedade para a Saúde do relatório do Grupo de Trabalho 1

4. Transparência do relatório do Grupo de Trabalho 2

5. Vias de acesso do cidadão às informações de saúde do relatório do Grupo de Trabalho 2

6. A evolução do sistema de saúde português do relatório do Grupo de Trabalho 1

7. Análises anteriores sobre o financiamento da saúde




«Nota prévia do Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian


»A saúde dos portugueses alcançou notáveis progressos nas últimas décadas, que nos posicionam em lugar de reconhecimento internacional e que constitui a marca mais positiva dos 40 anos do nosso regime democrático.

»Não ignoramos, no entanto, as limitações dos recursos disponíveis e o modo como condicionam as opções a assumir. Hierarquizar a importância dos problemas e o modo como deveremos afetar os nossos recursos constituem áreas de preocupação prioritária de que todos estamos conscientes. Há que decidir com bom senso, com ousadia e coragem.

»Os progressos que alcançámos no sistema de saúde devemo -lo às esclarecidas políticas seguidas e também, em parte, aos avanços científicos e à inovação tecnológica. Mas o que ganhámos em tempo de vida não pode deixar de ser acompanhado por um juízo exigente que assegure compromissos justos e duradouros.

»Desde o início da sua actividade, a Fundação Calouste Gulbenkian procurou, em cada momento, acompanhar esta evolução, tentando interpretar diferentes sinais e adaptando a sua estratégia de intervenção no domínio da Saúde, ao que entendia, e entende, melhor corporizar um contributo para a qualidade, a acessibilidade e a equidade da prestação dos cuidados de saúde.

»Assim, de uma acção supletiva e complementar do Estado – apoiando sobretudo o apetrechamento e modernização tecnológica de unidades de saúde – a Fundação tem vindo, desde finais dos anos 90, a assumir uma atitude mais pró -activa, procurando contribuir para encontrar respostas para novos problemas e para identificar e disseminar “boas práticas”.

»A Fundação tem também procurado acompanhar a mudança significativa do paradigma de intervenção no sector da Saúde. Uma abordagem que extravasa as considerações nacionais, que exige a intervenção de um vasto conjunto de actores e de parcerias, que requer análises pluridisciplinares e que pugna por uma ligação estreita entre a investigação e a prática clínica. Temos assim procurado adoptar um papel catalisador de vontades e sinergias, nacionais e também internacionais, que tem subjacente um desígnio de mudança e de adequação a uma nova realidade.

»O Projecto “Health in Portugal: a Challenge for the Future”, que mobilizou um conjunto excepcional de personalidades nacionais e estrangeiras para a elaboração de um relatório sobre a arquitectura dos cuidados de saúde e cujos resultados são divulgados nesta publicação, constituem precisamente a contribuição da Fundação para este desafio.

»O Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian agradece, por isso, a contribuição de todos os membros das diferentes estruturas do projecto e que contribuíram para a elaboração deste relatório. Desde logo a Comissão, o Conselho Consultivo, os diferentes grupos de trabalho, o grupo de jovens profissionais, a equipa de apoio mas também todas as instituições, as entidades e as personalidades ouvidas, bem como as sugestões que, por diversos modos, nos chegaram.

»Não posso deixar de salientar a total dedicação e extrema competência dos Professores João Lobo Antunes, Pedro Pita Barros e, muito naturalmente, Jorge Soares, Director do Programa Gulbenkian Inovar em Saúde, os quais muito valorizaram os trabalhos realizados.

»É devida uma palavra especial de reconhecimento a Lord Nigel Crisp, Chairman da Comissão, pela generosidade com que aceitou pôr a sua qualificada experiência, o seu talento e o seu entusiasmo na liderança deste projecto.

»Finalmente, a Fundação assumiu já o compromisso de começar a trabalhar sobre os três “Gulbenkian Challenges” que constituem desafios apresentados pela Comissão do Projecto. Com esta decisão, não se pretende entrar na discussão do imediato, do que é para “amanhã”, mas, antes, construir um amplo compromisso global: a visão para o futuro de um Sistema de Saúde reforçado e sustentável, de que possam beneficiar as novas gerações e no qual todos temos um papel a desempenhar.


»Artur Santos Silva»




Nota prévia da Comissão da Fundação Calouste Gulbenkian


»Estimado Presidente e estimados Administradores,

»Foi um privilégio e um prazer realizar esta investigação a solicitação da Fundação Calouste Gulbenkian. Ao longo deste projecto, fomos bem acolhidos e generosamente apoiados por todas as pessoas com quem contactámos. Isto deve‑se, sem dúvida, à reputação e prestígio da Fundação, mas também ao facto de haver muitas pessoas em Portugal empenhadas numa visão duradoura para um sistema de saúde de qualidade e acessível a todos.

»Delineámos uma visão simples caracterizada pelo empoderamento dos cidadãos, pela participação activa da sociedade e por uma procura contínua de qualidade, apelando a um novo pacto para a Saúde. Este apoia‑se numa nova abordagem da implementação que, literalmente, atribui a todas as pessoas um papel na melhoria da saúde e do bem‑estar e na criação e manutenção de um sistema de saúde para o futuro.

»Este objectivo irá exigir uma liderança visionária e corajosa, capaz de unir as pessoas em torno de um novo pacto para a Saúde, estabelecer a rota a seguir e concitar apoio politico e da opinião pública. Estamos convictos de que em Portugal existe uma excelente base sobre a qual construir e de que o país se pode posicionar estrategicamente de forma a tirar vantagem dos desenvolvimentos científicos e tecnológicos que todos antecipamos nos próximos 25 anos.

»Estamos gratos à Fundação, por apoiar os três Desafios Gulbenkian que propusemos. Muitas das nossas outras recomendações poderão ser implementadas em 2015 e começarão a ter impacto em 2016. Aguardamos com grande expectativa resultados da sua implementação.

»Queremos agradecer às muitas pessoas que nos apoiaram e sobretudo aos elementos dos 4 Grupos de Trabalho, que foram tão competentemente presididos por Maria Céu Machado, José Pereira Miguel, José Carlos Lopes Martins e por Peter Villax. Sentimo‑nos especialmente gratos ao director do Projecto, Sérgio Gulbenkian, e à sua equipa, da qual fizeram parte Lucy Irvine, Francisco Cluny, Francisco Wemans e Inês Mascarenhas; e aos Administradores, Isabel Mota e Diogo Lucena. Estamos igualmente muito gratos ao Health Cluster Portugal (HCP) pelo seu apoio e à KPMG pela assistência técnica.


»Atentamente


»Lord Nigel Crisp (Presidente), Donald Berwick, Ilona Kickbusch, Wouter Bos, João Lobo Antunes, Pedro Pita Barros, Jorge Soares»