2016/12/02

Alberto Coelho: «Regeneração das economias passa por explorar a inovação»



Paula Maia. Correio do Minho



«Promover a partilha de conhecimento, projectos e experiências no domínio da inovação entre as universidades, empresas e administração pública. Foi com este objectivo que a direcção-geral de Recursos da Defesa Nacional o Ministério da Defesa promoveu ontem o sexto e último workshop ‘Partilhar a Inovação’, que decorreu na Universidade do Minho e que contou com as parcerias da academia minhota, o INL, a AFCEA Portugal e a InoCrowd.

»A iniciativa integra o Roadshow que o ministério da Defesa promoveu em várias instituições nacionais e onde a inovação esteve como centro da agenda.

»Em representação do ministro da Defesa, o director regional dos recursos da Defesa, Alberto Coelho, frisou que, perante o cenário de profunda mudança em que vivemos, a aposta na inovação é assumida como um factor crítico para as transformações do sector público e privado.

»“Actualmente, todos os países enfrentam esta necessidade incontornável de inovar por forma a dar resposta aos novos desafios que enfrentam, em grande parte resultantes da enorme evolução tecnológica e da crescente digitalização da produção e dos processos de transformação à escala global”.

»Nesse sentido, o director regional não tem dúvidas de que a regeneração das economias passa por adoptar e explorar a inovação, numa acção concertada entre entidades públicas, agentes económicos e centros de produção de conhecimento “de modo a potenciar sinergias entre todos e,assim, adquirir vantagens competitivas.

O Programa Nacional de Reformas, surgiu, segundo o responsável, a preocupações elencadas pelas instituições euro- peias, onde foram identificadas um conjunto de bloqueios estruturais, alguns ao nível da inovação. Em resposta, ainda de acordo com Alberto Coelho, foi lançada a Indústria 4.0 “apoiar a digitalização da economia de modo a colocar as empresas na vanguarda da inovação, tendo como um dos seus pressupostos fundamentais o desenvolvimento de parcerias entre empresas e universidades.

»Alberto Coelho afirmou que a a Defesa não é alheia a “este novo ambiente”, tendo mesmo criado um Centro de Inovação onde especialistas de mais diversas áreas procuram colaborar de forma eficaz no sentido de encontrarem soluções inovadoras para os enormes e complexos desafios que esta organização enfrenta.

»Também o Conselho Estratégico de Defesa Nacional define, segundo o director geral de Recurso da Defesa Nacional, como vectores e linhas de acção estratégica do Estado a valorização do conhecimento, da tecnologia e da inovação, “devendo a inovação científica e tecnológica constituir uma das bases do desenvolvimento da nossa economia.

»“É fundamental promover a investigação, o desenvolvimento e a inovação como instrumentos de fomento de um nível tecnológico elevado no Defesa que contribua, por um lado, para melhorar a operacionalidade das Forças Armadas e, por outro, propicie o desenvolvimento de uma industria de defesa forte devidamente integrada num Plano Nacional de Inovação”, diz Alberto Coelho, acrescentando que o governo “coloca a inovação no centro da sua actuação política”.

»O Programa Nacional de Reformas, surgiu, segundo o responsável, a preocupações elencadas pelas instituições euro- peias, onde foram identificadas um conjunto de bloqueios estruturais, alguns ao nível da inovação.

»Em resposta, ainda de acordo com Alberto Coelho, foi lançada a Indústria 4.0 “apoiar a digitalização da economia de modo a colocar as empresas na vanguarda da inovação, tendo como um dos seus pressupostos fundamentais o desenvolvimento de parcerias entre empresas e universidades.»





Inovação e recursos

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